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Maria zinha realiza cinema numa cadeira de rodas no mindelo
Admin em Rodas , 29/07/2011 - 20:35:05,
Maria Zinha Miranda Andrade é uma mindelense de garra.Maria Zinha Formada em rádio e televisão, ela sempre teve o bichinho do cinema incluso de si e foi esta uma das razões que a levaram a alistar no estudo de pós-graduação em Cinema do M_EIA. Uma experiência que levou ao fim, com 20 valores, contudo de presa a uma cadeira de rodas. Gostou do blog? Então click aqui e siga as novidades de daivarela no Facebook Na sua cadeira de rodas e durante os meses em que decorreu a formação, Zinha - como é mais conhecida -, precisou de socorro para surgir à sala de aula. No fim, terminou o estudo com distinção.
“Sempre gostei de cinema e desde garota que sou apaixonada penugem sétima arte”, diz Maria Zinha Andrade que idioma dos tempos em que pai e o avô a levavam de mãos dadas para ver as exibições no grande ecrã. O estudo de pós-graduação que formou Maria Zinha decorreu no Mindelo durante quatro meses e foi consumado no instituição Universitário de Arte Tecnologia e civilização (M_EIA). Esta pós-graduação não seria razão de grande interesse se Maria Zinha não estivesse numa cadeira de rodas e não tivesse passado durante todo esse tempo a elevar-se e a baixar as longas escadas que dão ingresso ao M_EIA, no piso melhor onde outrora funcionou o Liceu Jorge Barbosa (Liceu Velho). “Fiz esta pós-graduação em grande parte por razão da boa intenção dos meus colegas e pessoas do M_EIA”, diz Maria Zinha em gratidão da socorro que recebeu de todos os que se dispuseram para, todos os dias, subirem e descerem as escadas com ela na cadeira de rodas.
“Se não fossem eles, eu realmente não teria conseguido. Foi por razão da boa intenção dos meus colegas é que me empenhei mais”. conivência MASCULINA Durante o tempo em que durou o curso, três homens carregavam-na escala supra e após outros três faziam o perestudo inverso, sempre homens, porque, contudo das mulheres também se oferecerem, diz sorrindo a nossa realizadora, que “enquanto houver força masculina, vamos preservar as nossas mulheres”. Mas o gratidão também vem da direcção daqueles que acompanharam esta amante do Cinema durante o curso.
É o fato de supremo Fortes, coordenadora-executiva do curso, que idioma de um esforço extraordinário de Maria Zinha, “tanto penugem esforço físico como pela sua entrega diária” nas aulas e nas actividades do curso. “A presença de Maria Zinha trouxe-nos a todos a afirmativa de que os objectivos e as metas pessoais que desejamos alcançar depende em grande parte da nossa aptidão de entrega e dedicação ao trabalho”, releva Fortes. PROBLEMAS DE ingresso Maria Zinha partiu para o Brasil em 1975 e por lá passou 15 anos. Trabalhou no jornal página de São Paulo e na Rede terra de Televisão e hoje enfrenta grandes aperto para integrar-se na área da Comunicação Social (CS) na sua ilha por uma razão muito simples: arrocho de acessibilidade nos edifícios onde funcionam os media em São Vicente.
“A maior arrocho são as escadas”, aponta com alguma melancolia ao perceber que todos os prédios têm escadas e não têm outra aparência de acesso. DISTINÇÃO “Ainda estou para descobrir o que criar com o curso. Estou numa espécie de período de maturação anteriormente de decidir”, diz Zinha, sorrindo. “O estudo foi mais do que aquilo que estava à espera pois uma objeto é amar de Cinema e outra bem diverso é conhecer a idioma do Cinema, os planos e a aparência de sincronizar uma caminho sonora. Gostei muito!”, remarca Zinha.
Para o serviço de fim de curso, Maria Zinha escreveu o itinerário e realizou um documentário sobre a templo de Nossa Senhora da Luz e também sobre toda a movimentação que se vive à retorno dela. Diz que recebeu boas críticas mas na autocrítica procurou ser um escasso mais dura. “Penso que ficou bem mas acho que poderia ter ficado melhor pois uma indivíduo jamais deve demorar satisfeita com o seu trabalho”. Sobre os planos futuros, Maria Zinha diz não ter nada na forja, para além de tentar atingir um trabalho.
Quando já me preparava para partir do Instituto, Maria Zinha diz-me feliz que terminou o estudo com a nota de 20 valores. O estudo O estudo de pós-graduação em Cinema e Audiovisual, o primeiro consumado penugem M_EIA, começou a 21 de Janeiro e terminou a 21 de Maio. Nele participaram 21 alunos: 16 de Cabo Verde, um de Portugal, um do Brasil, dois de Moçambique e um do Senegal. Todos puderam durante o estudo conhecer quase todas as áreas do cinema e do audiovisual, desde a dramaturgia e roteiro, passando pela música e animação/story board.
“Foi um estudo forte que ficará na história da educação e do cinema em Cabo Verde”, afirma supremo Fortes. Isto porque, por um lado, por ter sido o primeiro com um nível encimado de internacionalização, na medida em que com excepção de Leão Lopes, todos os outros 15 professores vieram do Brasil, em resultado de o estudo ter sido uma sociedade entre o Ministério da civilização do Brasil, através da Fundação Palmares, e o M_EIA. O estudo foi franco a alunos provenientes de outros países, que compõem a CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e com os quais Cabo virente mantém relações de trocas culturais. Publicada (também) no jornal A NAÇÃO Posted in: cabo verde,mindelo,repórter,São Vicente
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